quarta-feira, 29 de junho de 2016
Atualidades 2016
Link abaixo contem atualidades referentes ao primeiro semestre de 2016
http://vestibular.uol.com.br/resumo-das-disciplinas/atualidades/
Temas de redações do Enem até 2015
Veja todos os temas de redação da história do Enem
O tema da
redação do Enem 2015 é "A persistência da
violência contra a mulher na sociedade brasileira". Ele foi divulgado pelo Instituto Nacional
de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) minutos após o fechamento dos
portões do segundo e último dia de provas, na tarde deste domingo (25).
Relembre
todos os temas das redações do Enem
1998: Viver e aprender
1999: Cidadania e participação social
2000: Direitos da criança e do adolescente: como enfrentar esse desafio nacional
2001: Desenvolvimento e preservação ambiental: como conciliar os interesses em conflito?
2002: O direito de votar: como fazer dessa conquista um meio para promover as transformações sociais que o Brasil necessita?
2003: A violência na sociedade brasileira: como mudar as regras desse jogo
2004: Como garantir a liberdade de informação e evitar abusos nos meios de comunicação
2005: O trabalho infantil na sociedade brasileira
2006: O poder de transformação da leitura
2007: O desafio de se conviver com as diferenças
2008: Como preservar a floresta Amazônica: suspender imediatamente o desmatamento; dar incentivo financeiros a proprietários que deixarem de desmatar; ou aumentar a fiscalização e aplicar multas a quem desmatar
2009: O indivíduo frente à ética nacional
2010: O trabalho na construção da dignidade humana
2011: Viver em rede no século 21: os limites entre o público e o privado
2012: Movimento imigratório para o Brasil no século 21
2013: Efeitos da implantação da Lei Seca no Brasil
2014: Publicidade infantil em questão no Brasil
2015: A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira
1998: Viver e aprender
1999: Cidadania e participação social
2000: Direitos da criança e do adolescente: como enfrentar esse desafio nacional
2001: Desenvolvimento e preservação ambiental: como conciliar os interesses em conflito?
2002: O direito de votar: como fazer dessa conquista um meio para promover as transformações sociais que o Brasil necessita?
2003: A violência na sociedade brasileira: como mudar as regras desse jogo
2004: Como garantir a liberdade de informação e evitar abusos nos meios de comunicação
2005: O trabalho infantil na sociedade brasileira
2006: O poder de transformação da leitura
2007: O desafio de se conviver com as diferenças
2008: Como preservar a floresta Amazônica: suspender imediatamente o desmatamento; dar incentivo financeiros a proprietários que deixarem de desmatar; ou aumentar a fiscalização e aplicar multas a quem desmatar
2009: O indivíduo frente à ética nacional
2010: O trabalho na construção da dignidade humana
2011: Viver em rede no século 21: os limites entre o público e o privado
2012: Movimento imigratório para o Brasil no século 21
2013: Efeitos da implantação da Lei Seca no Brasil
2014: Publicidade infantil em questão no Brasil
2015: A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Terremotos 2
Quando as placas tectônicas vão de encontro umas com as outras,dizemos que possuem limites convergentes.Existem os seguintes movimentos tectônicos:
Terremotos 1
A superfície terrestre não é contínua como podemos imaginar. Ela apresenta falhas,formando um imenso quebra-cabeça, como podemos observar na imagem a seguir.
(Fig 1)

Essas falhas recebem o nome de placas tectônicas que são porções de terras limitadas por zonas de convergência ( encontro de placas) e divergência (afastamento de de placas).
As placas tectônicas possuem movimentos definidos pelas correntes de convecção,na camada imediatamente abaixo delas,a astenosfera.
(Fig 2)
(Fig 1)
Essas falhas recebem o nome de placas tectônicas que são porções de terras limitadas por zonas de convergência ( encontro de placas) e divergência (afastamento de de placas).
As placas tectônicas possuem movimentos definidos pelas correntes de convecção,na camada imediatamente abaixo delas,a astenosfera.
(Fig 2)
Transição Demográfica.
Na opinião de muitos estudiosos, o Brasil vive uma nova fase de transição demográfica. Para entender o que isso significa, precisamos, antes, tratar de alguns conceitos e ideias.
Nascer, crescer, reproduzir-se e morrer são fatos indissociáveis da espécie humana, ainda que muitas pessoas não cumpram a terceira parte do ciclo da vida, a reprodução. Em cada país, estado ou cidade esse ciclo ocorre com uma intensidade diferente, dependendo de alguns indicadores - as taxas de fecundidade, natalidade, migração e mortalidade - e da influência, sobre esses indicadores, da economia, das variações climáticas e das mudanças culturais.
A demografia - ciência que estuda as modificações que ocorrem nesses indicadores - definiu "transição demográfica" como as mudanças dessas taxas no transcorrer do tempo. Ou seja, as sociedades sofrem, continuamente e em diferentes ritmos, processos de transição demográfica.
Mas há outros conceitos importantes para se entender a transição demográfica:
Nascer, crescer, reproduzir-se e morrer são fatos indissociáveis da espécie humana, ainda que muitas pessoas não cumpram a terceira parte do ciclo da vida, a reprodução. Em cada país, estado ou cidade esse ciclo ocorre com uma intensidade diferente, dependendo de alguns indicadores - as taxas de fecundidade, natalidade, migração e mortalidade - e da influência, sobre esses indicadores, da economia, das variações climáticas e das mudanças culturais.
A demografia - ciência que estuda as modificações que ocorrem nesses indicadores - definiu "transição demográfica" como as mudanças dessas taxas no transcorrer do tempo. Ou seja, as sociedades sofrem, continuamente e em diferentes ritmos, processos de transição demográfica.
Mas há outros conceitos importantes para se entender a transição demográfica:
- natalidade: relação entre o número de nascidos vivos e o total da população em um dado lugar, num dado período de tempo. Calcula-se a taxa de natalidade dividindo-se o número de nascidos vivos em um ano pelo número de habitantes (do país, região ou cidade).
- mortalidade: número de pessoas que morrem em determinada época ou em determinada região, país, etc. A taxa de mortalidade é calculada dividindo-se o número de pessoas mortas pelo número de habitantes.
- fecundidade: é a capacidade de reprodução de determinada sociedade. A taxa de fecundidade é calculada dividindo-se o número de filhos nascidos pelo número de mulheres entre 15 e 49 anos, numa determinada população.
Para o demógrafo Warren Thompson, a transição demográfica ocorre em 4 fases:
- Fase 1 (ou pré-moderna): ocorre oscilação rápida da população, dependendo de eventos naturais (secas prolongadas, doenças, etc.). Há grande população jovem.
- Fase 2 (ou moderna): taxas de mortalidade caem rapidamente devido à maior oferta de alimentos e de melhores condições sanitárias. Há aumento da sobrevida e redução de certas doenças. Ocorre aumento da taxa de nascimento e da população.
- Fase 3 (ou industrial): urbanização, acesso a métodos contraceptivos, melhora da renda, redução da agricultura de subsistência, melhora da posição feminina na sociedade e queda da taxa de nascimentos. Há um número inicial grande de crianças, cuja proporção cai rapidamente porque ocorre aumento na proporção de jovens concentrados em cidades, com o decorrente aumento da violência juvenil. Tendência de estabilização da população.
- Fase 4 (ou pós-industrial): taxas baixas de natalidade e mortalidade. Taxas de fecundidade ficam abaixo da taxa de reposição populacional. Há aumento da proporção de idosos; encolhimento da população e necessidade de imigrantes para trabalhar nos empregos de mais baixo salário.
Transição demográfica no Brasil
Do primeiro censo demográfico (1872) ao mais recente (2000), ocorreu alteração radical nos indicadores de mortalidade e natalidade no Brasil. Como ocorre nas sociedades à medida que elas se desenvolvem, as taxas de mortalidade começaram a cair bem antes das de natalidade, mais exatamente por volta de 1950, chegando ao patamar de 7 por mil habitantes (em 2000) - número que deverá ser mantido por causa do aumento de idosos na população.
Por outro lado, as taxas de natalidade seguiram elevadas até a década de 1960. No decênio de 1970 começa o descenso dos nascimentos, o que se acentua a partir de 1990. Entre 1991 e 2003, as taxas revelam a continuidade do declínio de nascimentos e a estabilidade da taxa de mortalidade.
Como consequência dessas alterações, num período de 20 anos ocorreu mudança substancial na distribuição etária da população brasileira: se, em 1980, a maior parte da população estava na faixa de 0 a 4 anos de idade, a partir de 2000 ela se concentrou na faixa de 15 a 19 anos.
Em 2000, portanto, o Brasil vivia a Fase 3 da transição demográfica.Envelhecimento
Dados mais recentes, contudo, divulgados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em outubro de 2008, mostram que há uma queda acelerada das taxas de fecundidade e mortalidade no país. O Brasil, assim, já teria ingressado naFase 4 da transição demográfica.
Segundo o Ipea, em 2007, a taxa de fecundidade total foi de 1,83 filho por mulher. A média foi inferior à chamada taxa de reposição (de 2,1 filhos), ou seja, foi inferior ao número mínimo de filhos que cada brasileira deveria gerar para que, no período de trinta anos, a população total do país fosse mantida nos níveis atuais.
As consequências desses números são duas: (a) a continuar nesse ritmo, a população brasileira, a partir de 2030, estará muito envelhecida; e, portanto, (b) a partir de 2030, a tendência - se os números seguirem a projeção do Ipea - é de a população passar a diminuir. Hoje, a população idosa representa 10,6% da população. Em 1992, representava 7,9%.
É importante salientar que o envelhecimento de uma população não pode nunca ser visto como um fato isolado ou de pouca importância. Ele tem inúmeros reflexos na vida social, influenciando o consumo, a transferência de capital e de propriedades, os impostos, a previdência social, o mercado de trabalho, a saúde e assistência médica, e, também, a composição e organização das famílias.
Retirado de http://vestibular.uol.com.br/resumo-das-disciplinas/geografia, em 24/07/2013
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Indivíduo coletivo
Ao observar vários elementos naturais ao nosso redor,verificamos que a evolução ocorreu,na maior parte do tempo, nos organismos que atua coletivamente.Desde as bactérias mais simples, até o ser humano.
Inúmeros estudos já publicados indicam que não só a evolução, mas nossa saúde,nossa alegria bem como nosso bem estar geral estão associados ao convívio em grupo. A grande questão é vivemos em sociedade, mas nossos interesses são indivíduais?
Só coseguimos atingir a maturidade graças as pessoas ao nosso redor que nos protegem(pelo menos, boa parte delas).Todos os grandes avanços científicos que trazem mais conforto ao nosso dia a dia não tiveram nossa particiapação, somos apenas usuários.Ou seja, dependemos de uma coletividade para sobreviver.Porém, a cada dia que se passa, a sensação corrente é que as pessoas buscam apenas a satisfação indívidual em detrimento da coletividade.Então por que viver em sociedade?continua....
Inúmeros estudos já publicados indicam que não só a evolução, mas nossa saúde,nossa alegria bem como nosso bem estar geral estão associados ao convívio em grupo. A grande questão é vivemos em sociedade, mas nossos interesses são indivíduais?
Só coseguimos atingir a maturidade graças as pessoas ao nosso redor que nos protegem(pelo menos, boa parte delas).Todos os grandes avanços científicos que trazem mais conforto ao nosso dia a dia não tiveram nossa particiapação, somos apenas usuários.Ou seja, dependemos de uma coletividade para sobreviver.Porém, a cada dia que se passa, a sensação corrente é que as pessoas buscam apenas a satisfação indívidual em detrimento da coletividade.Então por que viver em sociedade?continua....
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